A Pumpkin by the Sea
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On the tiny island of Naoshima in the Seto Inland Sea of southern Japan, artist Yayoi Kusama’s “Pumpkin” (1994-2005) sits patiently at the water’s edge. Instagrammers flock to the sleepy island to see a world-class art collection that was made possible in large part due to the philanthropy of Benesse Corporation, a Japanese company that specializes in test prep and language schools. Kusama’s “Pumpkin” is perhaps the most photogenic artwork on the island, beckoning visitors to come closer and pose with the giant spotted squash that Kusama says represents her alter-ego.
Os olhos já cansados.
As lágrima secas
No rosto, parece brilhar.
Com esperança.
Espero o vento levar
O que resta de um sonhador.
De tanta falta que uma margarida
faz para um jardim de esperança.
Você faz falta, nesse mundo cheio de mudanças.
O acorde tocado
O coração atordoado
O nervosismo
A ansiedade
Para um pingo de esperança
De que ainda você vai voltar.
Do que adianta eu sentir falta?
Se eu vou ter que escapar.
Nas colinas
Subi, enfrentei os males
E mais uma vez, venci
Um bilhete, uma vida
Apenas um
Animou meu amanhã
Meu passado, presente
E futuro
Eu venci o amanhã
Realizada.
”Machucado cura, cicatriza
Da onde vem você que me liberta desse sofrimento
Para onde devo olhar
Para te ver de perto
Segurança me acalma,
desse poço sem fim
Mas sei que o tempo
Tem costume de machucar
E longe dessa cura
Não posso ficar
As pétalas da rosa
Não serão pétalas se do brilho maior não vir de você
Jogando fora sua mágoa
Juntando o que te deixa viva
Cabe a você reconhecer e crescer com essa dor,
ou apenas fingir que amadureceu
Bateu
Nasceu, cresceu
A minha vontade de tudo
Força maior nesse mundo
Risco de sobriedade
O tempo vai e vem
Guardando o frio
Para cair junto com a brisa da noite
ÓH, Mari Juana
Cresça no meu quintal
Sobreviveu
”O céu azulado
Nuvens formando coisas ao redor do Sol
O vento que bate nas ondas
Escolhendo para onde elas vão
Levando o que é mal
Deixando o que é bom
Alegrando meu dia
Com sua luz divina
O poderoso Sol
”Impaciência é algo triste
O depois, antes
E agora é isso
A futilidade ainda existe
Alivio minhas cordas
Para em um papel branco
Deixar minhas marcas registradas
Como o rasgo nas calças
Como a nicotina nos dedos
As mágoas no coração